0%
Posted inCosta2015

Portugal precisa de mais estabilidade e menos confrontação

luissoares/Posted on /Comments Off

Portugal precisa de mais estabilidade e menos confrontação

“Temos de criar condições de estabilidade para os parceiros sociais e para os agentes económicos” afirmou esta tarde António Costa num almoço-debate  promovido pela AIP e pela CIP. “Precisamos de novas formas de governação e diálogo político, acabando com esta permanente lógica de confrontação”.

O líder dos socialistas apresentou o seu exemplo em Lisboa para notar como uma maioria absoluta do PS pode favorecer um clima de compromissos: “Em minoria, não consegui acordo nenhum. Em maioria, consegui todos os compromissos que pretendia”, recordou.

A estabilidade necessária não é apenas política e social mas também legislativa e fiscal que devolva, às famílias e às empresas, a previsibilidade essencial ao planeamento do seu futuro. O Secretário-Geral do PS voltou a comprometer-se com a existência de apenas duas datas, no início de cada semestre, para a entrada em vigor de legislação com impacto na vida económica do país.

Os grandes projetos de infraestruturas devem também eles deixar de ser palco de confrontação política, defendeu António Costa. A sua escala faz com que estes projetos atravessem vários governos, facto que justifica a proposta socialista de um plano de grandes obras públicas precisar de uma maioria de dois terços para ser aprovado.

António Costa não terminou a sua intervenção sem voltar a salientar a diferença do programa do Partido Socialista face aos demais partidos. “O PS apresenta-se nestas eleições não apenas com discursos, mas com um programa que está escrito, que significa um conjunto de compromissos escritos com os cidadãos, em relação aos quais se pode pedir contas ao longo dos próximos quatro anos. É um programa em que está feita a avaliação do seu custo e do seu impacto. São compromissos com as contas feitas e com as contas escrutinadas”.

O post Portugal precisa de mais estabilidade e menos confrontação aparece primeiro no António Costa – Alternativa de confiança.



Fonte: costa2015.pt
Portugal precisa de mais estabilidade e menos confrontação